Mariana Félix
Sempre
escuto as pessoas falarem sobre medo. Existem vários tipos, o que eu
irei me referir nesse post, é o de amar alguém.
Esses dias
minha amiga chegou pra mim e disse “Aceitei o pedido de namoro dele. Sinto como
se fosse o meu primeiro namorado. Eu não deveria estar me sentindo assim. Tenho
medo que não dê certo.”
Na minha
opinião, falar sobre amor, paixão, não há um tempo exato em que isso possa
acontecer. Tenho uma amiga que demorou três anos pra começar a namorar, outra
que foram questões de dois meses, outra que foi de imediato. Para mim tão tem “cedo
demais”, nem “tarde demais”. Tudo é questão do tamanho da intensidade do
sentimento.
O medo faz
parte de tudo, mas se ele for priorizado, você deixaria de fazer varias coisas.
O seu futuro quem faz é você. Terá apenas duas opções: ser corajoso e ir em
frente, mesmo sem saber o que pode acontecer, ou ter receio de quebrar a cara.
Todo mundo
tem seus medos, inclusive eu. Medo de me entregar, e no final não dar certo. O bom
é que só existem dois, o que você é feliz, e o que você ganha experiências para
não mais cometer os mesmos erros.
“Tudo
aconteceu rápido demais”.
Não existe
rápido ou devagar. O que tem que acontecer acontece independentemente da
duração da coisa. Se é recente ou antigo. O amor não tem cara, nem formato, é
apenas um sentimento que as pessoas tem umas pelas outras. Vai se dar bem no
fim? Não sei, ninguém sabe. Vai dar tudo certo? Também, ninguém sabe. Apenas faça
sua parte, para um dia você se olhar no espelho, com a consciência limpa e dizer “fiz meu papel”.
O amor é
uma coisa imprevisível. Pode nascer dentro de um ônibus, em uma festa, num hospital,
em uma rede social, na escola, em todo tipo de lugar. Para que ele dure, basta
que você seja você, e faca valer a pena.
Quantas
vezes você clicou em “Try Again” em um determinado jogo, porque não alcançou o
objetivo?
A vida é a
mesma coisa. Você tenta, erra. Começa novamente, já não erra naquela mesma parte,
mas erra em outra, e assim vai. Dessa maneira aprende a passar pelos obstáculos que existem, pra não
persistir no mesmo erro.
Aprendi
que para o Mario salvar a Princesa Peach, ele precisa morrer varias vezes. Percorre o Reino de Cogumelo, entre outros, ate que uma hora, mesmo sem ou com o Yoshi, ele a
salva. É assim que é a vida. Aperte o "Play" ou o “Try Again” quantas vezes forem
necessárias. Viva, sofra, ame, chore, sorria, corra, grite. A vida é uma só.
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