Mariana Félix
Dói sofrer de amor. Dói derramar lágrimas por amor. Da vontade de se rasgar inteira, de sair gritando pela rua, de arrancar os cabelos, de bater em qualquer pessoa que apareça na sua frente. Mas, a vezes também da vontade de ficar em casa, quietinha, na cama, deitada, coberta por um edredrom, tomando um chocolate quente, ou comendo chocolate, vendo filmes tristes, ou ate mesmo apenas pensando besteira, que me faz chorar mais ainda, me faz lembrar de tudo que eu não quero, que um dia foi feliz, mas que agora não passam de meras lembranças perturbadoras.
Eu quero voltar a sorrir, mas sorrir por conta própria, não o sorriso que só existe por causa de uma determinada pessoa, porque quando ela vai embora, parece que leva o sorriso consigo. Não há mais motivos para aquelas gargalhadas que você só dava junto daquela pessoa.
Ela me destruí, me deixou em pedaços. Uma parte disso é minha culpa, por ter confiado tanto o meu coração, a minha alma, à uma pessoa que não possuía nenhuma dessas duas coisas.
Eu quero voltar a viver, ser feliz. Quero minha vida de volta. Talvez um dia eu consiga, sei que não será a mesma coisa, mas me basta voltar a querer viver.
Tenho certeza, que daqui a algum tempo, a quantidade de lágrimas que derramei, serão os sorrisos que eu darei enquanto viver.
Trocarei lágrimas por gargalhadas, tristeza por alegria, solidão por vários amigos verdadeiros, e assim eu vou encontrar minha felicidade novamente, que, por enquanto, está perdida por aí, em algum lugar do mundo.
Dói sofrer de amor. Dói derramar lágrimas por amor. Da vontade de se rasgar inteira, de sair gritando pela rua, de arrancar os cabelos, de bater em qualquer pessoa que apareça na sua frente. Mas, a vezes também da vontade de ficar em casa, quietinha, na cama, deitada, coberta por um edredrom, tomando um chocolate quente, ou comendo chocolate, vendo filmes tristes, ou ate mesmo apenas pensando besteira, que me faz chorar mais ainda, me faz lembrar de tudo que eu não quero, que um dia foi feliz, mas que agora não passam de meras lembranças perturbadoras.
Eu quero voltar a sorrir, mas sorrir por conta própria, não o sorriso que só existe por causa de uma determinada pessoa, porque quando ela vai embora, parece que leva o sorriso consigo. Não há mais motivos para aquelas gargalhadas que você só dava junto daquela pessoa.
Ela me destruí, me deixou em pedaços. Uma parte disso é minha culpa, por ter confiado tanto o meu coração, a minha alma, à uma pessoa que não possuía nenhuma dessas duas coisas.
Eu quero voltar a viver, ser feliz. Quero minha vida de volta. Talvez um dia eu consiga, sei que não será a mesma coisa, mas me basta voltar a querer viver.
Tenho certeza, que daqui a algum tempo, a quantidade de lágrimas que derramei, serão os sorrisos que eu darei enquanto viver.
Trocarei lágrimas por gargalhadas, tristeza por alegria, solidão por vários amigos verdadeiros, e assim eu vou encontrar minha felicidade novamente, que, por enquanto, está perdida por aí, em algum lugar do mundo.
Esse seu texto me fez lembrar de uma menina que gostei. Sou uma menina que gosta de outra. Eramos da mesma escola, mas nunca havia a percebido lá. De repente, como se tudo na vida acontecesse de forma aleatória, a vi no corredor. Aquela historia de coração na boca, tremedeira, estaticidade foi pouco se comparado ao que senti quando, a vi pela primeira vez como a mulher certa para mim. Seu cabelo preto, olhos inquietos, sorriso grande encheu minha alma de amor em menos de 5 segundos. Depois daquele dia, ir para o colégio era a melhor parte do acordar. Depois de algumas deixas, começamos a conversar e todo termino de aula era uma oportunidade de vê- lá ao sair da sala. Saía como se não se importasse com nada, mesmo quando minhas amigas pediam para que eu ficasse. O frio do ar condicionado era sempre uma desculpa. Quando a via, tudo valia a pena. Com peito aberto, na coragem, um dia a comprei uma camisa de uma banda que ela gostava. Lembro-me do frio na barriga da ida a loja e da volta. Aquele sorriso nunca saiu da minha memoria. Com o passar dos meses, algo em mim foi se tornando tao forte, mas textos lidos e atitudes foram me distanciando dela. A pior parte chegou. A hora do decida-se. Fui obrigada a me distanciar. Nao aguentaria ve-la com outra pessoa. Com o tempo, fui ficando mais distante de tudo aquilo que amei. Hoje, nas ferias, o coração as vezes dói pela lembrança. Os gestos, a maneira de mexer no cabelo, de dançar, o andar, o sorrir e o olhar que permanece intacto dentro de mim. Todo dia sinto sua falta. Mas rezo para que um dia eu ache alguem que se pareça com tudo aquilo que amei. Alguem que se pareça com Ela.
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